Please reload

Notícias

Ainda gravidinha, a dentista Fabiany fala sobre como o sonho da maternidade também exige antes mesmo do filho nascer

Fabiany Ferraz Nery, de 44 anos, t...

Vontade de ser mãe superou dois abortos, tratamentos e hoje Fabi carrega Caio

14/05/2018

1/10
Please reload

Últimas Notícias

Você sabe qual é a diferença entre o espermograma simples e o amplificado?

01/04/2016

 

No espermograma simples, é feita a avaliação básica do sêmen: cor, viscosidade, volume, número de espermatozoides, avaliação das formas normais (ovais) e anormais e o número de espermatozoides que estão móveis. Então, temos uma noção básica de como estão os espermatozoides. É um exame muito eficaz, que já traz o diagnóstico, além de ser o mais utilizado. A avaliação é feita de acordo com os critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, que preconiza o exame.

 

Fazemos a análise no aumento de até 400 vezes no espermograma simples, então temos uma visão geral de como está o material, mas não conseguimos visualizar, por exemplo, o citoplasma do espermatozoide. No espermograma amplificado, temos uma análise muito mais detalhada, já que o aumento é de mais de 8.500 vezes em cima do espermatozoide. Além de fazermos uma análise básica dessa célula, também há uma análise da capacitação que é feita através de gradientes descontínuos de diferentes densidades , ou seja, sabemos como e quantos espermatozoides chegariam nas trompas para fertilizar o oócito como se os mesmos estivessem dentro do trato genital feminino.

 

Depois disso, analisamos pelo menos 100 espermatozoides para ver se os núcleos têm vacúolos ,que estão associados à fragmentação do DNA. Uma vez o DNA fragmentado, mostra que o espermatozoide está comprometido – isso quer dizer que ele pode fertilizar o óvulo, mas forma um embrião anormal. Esse exame, portanto, nos permite quantificar o número de espermatozoides vacuolizados. A partir desse diagnóstico, partimos para um tratamento específico.

 

Isso mudaria toda a nossa estratégia de tratamento. Primeiro trata-se o paciente e depois fazemos algum tipo de tratamento (fertilização, coito programado ou inseminação). Por que não tratar, independente de ter vacúolo ou não? O tratamento é feito basicamente com antioxidantes e sabemos que o uso exagerado de antioxidantes pode piorar um quadro ou causar um problema no organismo. Por isso, precisamos saber primeiro se há vacúolos para direcionar o tratamento.

 

Fonte: Ligia Previato, embriologista e chefe de laboratório do Centro de Reprodução Humana de Rio Preto

Please reload

Please reload

Arquivo

CRH Rio Preto
Rua XV de Novembro, 4461 - Redentora
São José do Rio Preto - São Paulo

CEP.: 15.015-110 

Central de Atendimento
    (17) 3216.8662 | (17) 9 9601.2765